Ex-vice-prefeita de Jaguariúna esclarece em entrevista exclusiva: foi uma grande confusão

Dra. Dora Zanin viu seu nome envolvido em polêmica desde início do mês de agosto

Matéria: Kely Bezerra

Uma confusão vem causando transtorno para ex-vice-prefeita de Jaguariúna. O problema? Ela é quase homônima de uma condenada por denúncia falsa que levou a investigação dispendiosa contra Delúbio do PT. A condenada se chama Maria Auxiliadora Barbosa Zanin, enquanto a ex-vice-prefeita de Jaguariúna, Maria Auxiliadora Zanin.

A confusão se deu principalmente em decorrência de uma manchete que saiu em veículos de comunicação do estado e região que publicaram “Polícia prende ex-vice-prefeita tucana condenada por denúncia falsa que levou à investigação dispendiosa contra Delúbio do PT”. Na mesma matéria está estampada uma foto da ex-vice-prefeita e o jornal informa que a denunciada era conhecida como Dora Zanin. “Em nenhum momento eu e a minha família fomos contatados por veículo de comunicação para saber a verdade. Só fiquei ciente diante da publicação, que já foi replicada por pelo menos outros 15 veículos. Sempre tive minha vida transparente. Nunca sai da cidade e nunca fiquei desaparecida conforme informam as matérias dos jornais”, explica a ex-vice-prefeita.

Ela afirma ainda que em nenhum momento o Ministério Público a confundiu com a condenada, apenas os veículos de comunicação.  “E hoje ainda passa por um constrangimento em seu ambiente de trabalho. A ex-vice-prefeita, Dra Dora, busca esclarecer os fatos e deixar claro que seu nome, trajetória e fotos utilizados nas matérias publicadas deste o início de agosto, foram utilizados erroneamente”.

ESCLARECIMENTOS

Dra. Dora Zanin exerce sua profissão há 36 anos. Trabalha atualmente no Departamento Regional de Saúde de Campinas, onde faz a regulação do Sistema Único de Saúde (SUS) para 42 municípios do Estado de São Paulo, foi membro da Diretoria do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde por três anos, é medica no Pronto Socorro de Pedreira.

Sua homônima e que gerou a confusão é advogada e natural de Sertanópolis, no Paraná, e foi condenada a 8 anos e 11 meses de prisão por supostamente fazer uma falsa denúncia que gerou uma ¨dispendiosa investigação criminal¨ contra o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, que foi presa preventivamente pela Polícia Civil na sexta-feira, 09. Em 2016, ela foi sentenciada em primeira instância pela 1ª vara federal criminal, do júri e das execuções penais de São Paulo.

  

Comentários