Mogi Guaçu retoma aplicação preventiva de larvicida contra o Aedes aegypti na Zona Sul

 

Ação da Vigilância Ambiental acontece em oito bairros e tem como objetivo combater a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya

A Secretaria Municipal de Saúde de Mogi Guaçu, por meio da Vigilância Ambiental (VA), retoma nesta quarta-feira, 4 de fevereiro, a aplicação preventiva de larvicida biológico em oito bairros da Zona Sul da cidade. A medida faz parte da estratégia de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.

Nesta primeira etapa, o serviço começa pelos bairros Jardim Santa Madalena, Jardim Damasco e parte do Parque dos Eucaliptos, a partir das 17h. Já nos dias 5, 10, 11 e 12 de fevereiro, a aplicação ocorrerá nos bairros Jardim Selma, Jardim Sonia, Jardim Planalto, Jardim Itamaraty e Jardim Bandeirantes.

Vale destacar que a aplicação já foi realizada no final do ano passado em bairros como Parque dos Eucaliptos I, II e III, Desmembramento Kamel, Jardim Cristina, Loteamento Morro Amarelo, Parque Itacolomy e Jardim Itacolomy. Caso as condições climáticas impeçam, especialmente em dias chuvosos, o serviço será adiado.

A bióloga da Vigilância Ambiental, Cristiana Monteiro Ferraz, explicou que o larvicida é de uso biológico e preventivo, alcançando todos os imóveis dos bairros, inclusive casas fechadas ou desocupadas. “O procedimento consiste em lançar o produto por meio de um sistema de pulverização veicular, atingindo lajes, calhas, caixas d’água abertas, ralos e materiais estocados nos quintais”, afirmou.

Segundo ela, o produto tem duração de aproximadamente dois meses e não representa riscos a aves, animais domésticos ou seres humanos. A cada dois meses, a reaplicação é necessária para garantir a proteção prolongada nas áreas tratadas e outros locais com acúmulo de água.

A bióloga reforçou que os moradores não precisam adotar nenhuma medida especial durante a aplicação. “O objetivo é eliminar as larvas antes que se tornem mosquitos adultos, reduzindo a proliferação do Aedes aegypti e o risco de transmissão de doenças”, destacou.

Até o momento, Mogi Guaçu contabiliza apenas um caso de dengue em 2026, classificado como importado.

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