Visita de dirigentes da Viva e Deixe Viver reforça parceria com a rede de ensino de Holambra

Projeto desenvolvido em parceria com a rede municipal de ensino reúne 08 voluntárias e alcança cerca de 320 alunos em seis escolas, incluindo 3 unidades na zona rural

Para acompanhar os resultados da atuação dos contadores de histórias da Associação Viva e Deixe Viver e fortalecer o diálogo com as autoridades e os profissionais envolvidos no projeto, o fundador da entidade, Valdir Cimino, e a diretora Executiva, Luciana Bernardo, estiveram em Holambra no último dia 7. A comitiva, acompanhada por Flávia Moraes, representante da associação no município, foi recebida pelo prefeito Fernando Capato e pelo diretor de Educação, Henrique Mazotti. Durante o encontro, foram apresentados os avanços alcançados ao longo dos quatro anos de parceria e as perspectivas para o trabalho desenvolvido junto às escolas.

A parceria com o Departamento Municipal de Educação permite que a literatura faça parte da rotina escolar e chegue também às comunidades rurais do município. Semanalmente, oito voluntárias da Viva e Deixe Viver realizam sessões de contação de histórias em seis escolas da rede municipal, três localizadas na área urbana e três na zona rural. A iniciativa envolve 16 turmas e alcança cerca de 320 alunos, proporcionando mais de 10 mil experiências literárias por ano. As voluntárias também atuam na biblioteca municipal e na organização Amarilis, com atividades lúdicas em horários de contra-turno escolar.

“Voltar a Holambra e perceber o que foi construído nesses quatro anos é muito significativo. A contação de histórias ganha uma dimensão ainda maior quando entra na rotina escolar e passa a fazer parte da experiência das crianças. São milhares de momentos de encontro com a literatura, mas também de imaginação, escuta, afeto e desenvolvimento humano. O mais bonito é ver que esse trabalho acontece graças à dedicação das voluntárias e à parceria com a educação municipal, alcançando também as crianças das escolas rurais”, destaca Cimino.

A equipe da Associação visitou o Departamento Municipal de Educação, onde se reuniu com representantes da gestão, diretores, coordenadores pedagógicos, profissionais das escolas participantes e as contadoras de histórias. O encontro permitiu ampliar a troca de experiências sobre o projeto e discutir possibilidades de ações formativas, capacitação de educadores e voluntários e novas iniciativas de extensão, reforçando a contação de histórias como uma ferramenta complementar ao processo educativo.

Mais do que estimular o hábito da leitura, a proposta da Associação Viva e Deixe Viver utiliza as histórias como instrumento de formação integral. Ao criar momentos de escuta, imaginação e interação, o trabalho contribui para o desenvolvimento de competências socioemocionais e para a construção de vínculos, mostrando como a atuação voluntária, quando articulada com políticas e iniciativas educacionais, pode gerar impacto consistente e de longo prazo nas comunidades.

Além disso, voluntárias da Viva também contam histórias na biblioteca municipal e na organização Amarilis, com atividades lúdicas em horários de contra-turno escolar.

*Sobre a Associação Viva e Deixe Viver*

Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e políticas públicas. Por meio da arte de contar histórias, forma cidadãos conscientes da importância do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, ética e afeto. A entidade também é referência em educação e cultura, por meio da promoção de atividades de ensino continuado. Nesse sentido, conta com o canal Viva e Eduque, espaço criado para a difusão cultural, educacional e gestão do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, além dos 721 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 93 hospitais espalhados pelo Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas Invillia, Everymind, Rede D’Or, Pfizer, Perfetti Van Melle, Instituto Helena Florisbal, Instituto PENSI, além da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.