Casas do Programa Vida Longa serão entregues até o fim de outubro em Mogi Guaçu
Empreendimento com 28 unidades habitacionais está na fase final de acabamento e atenderá idosos acompanhados pela rede municipal de assistência social
As obras do condomínio de moradias assistidas do Programa Vida Longa, localizado entre os bairros Alto dos Ypês e Jardim Santa Cruz, em Mogi Guaçu, entraram na fase final. A previsão é de que as 28 unidades habitacionais sejam entregues até o fim de outubro.
Nesta quarta-feira, 5 de agosto, o prefeito Rodrigo Falsetti e o vice-prefeito Major Marcos Tuckumantel receberam representantes da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano para discutir os detalhes relacionados à conclusão e à entrega do empreendimento. Após a reunião, o grupo realizou uma visita ao local.
Segundo o prefeito, a conclusão do projeto representa um avanço importante para o atendimento à população idosa do município. Ele afirmou que a Prefeitura aguarda os trâmites necessários por parte do Governo do Estado para que as moradias sejam disponibilizadas aos beneficiários.
O condomínio é resultado de um convênio firmado entre a Prefeitura de Mogi Guaçu e a CDHU. O município foi responsável pela cessão do terreno onde as unidades foram construídas.
As obras tiveram início em julho de 2024, mas foram interrompidas em março de 2025 após a rescisão do contrato com a antiga empresa responsável. Os trabalhos foram retomados em outubro do mesmo ano pela atual empreiteira.
De acordo com o secretário municipal de Assistência Social, Cássio Luciano dos Santos, as 28 unidades serão destinadas a idosos já acompanhados pelos Centros de Referência de Assistência Social e considerados aptos a participar do programa. Por esse motivo, não haverá abertura de inscrições.
O Programa Vida Longa atende pessoas com mais de 60 anos, de baixa renda e que não possuem vínculos familiares próximos. As moradias foram planejadas com padrões de acessibilidade e contam com sala e dormitório conjugados, cozinha, banheiro e área de serviço. Cada unidade poderá abrigar uma pessoa ou um casal.
Diferentemente de programas habitacionais tradicionais, o imóvel não é transferido definitivamente ao morador. O modelo funciona por meio de concessão de uso. Quando uma unidade é desocupada, ela pode ser destinada a outro candidato apto, conforme o acompanhamento da rede de assistência social.
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