Salário de Hamilton encolhe R$ 57 mi, mas ainda é o maior

Não foi apenas o novo contrato de Lewis Hamilton com a Mercedes que ficou mais curto, com apenas um ano de vínculo, o salário do piloto também encolheu em 2021. Se até o ano passado, o atual campeão recebia US$ 40 milhões (R$ 225 milhões) por ano, nessa temporada o britânico depositará US$ 30 milhões (R$ 168 milhões) em sua conta bancária, o que representa uma perda de US$ 10 milhões (R$ 55 milhões). Ainda assim, o atual campeão segue sendo o piloto mais bem pago da F1. As informações são do site “Racingfans”.

Max Verstappen é o segundo piloto com o melhor salário da categoria, com US$ 25 milhões por ano (R$ 140 milhões). Quem também sofreu uma forte redução nos ganhos foi Sebastian Vettel, que deixou a Ferrari pela Aston Martin. O alemão, que recebeu US$ 30 milhões (R$ 168 milhões) em seu último ano na Scuderia de Maranello, vai ganhar US$ 15 milhões (R$ 84 milhões) pelo seu primeiro ano de vínculo com a equipe britânica. De volta a F1, o espanhol Fernando Alonso receberá mais que Vettel em seu primeiro ano de Alpine, com vencimentos na casa de US$ 20 milhões (R$ 122 milhões).

Antes de Hamilton renovar com a Mercedes, rumores indicavam que um dos motivos da demora no acordo era a pedida do piloto, que seria de US$ 50 milhões, o que foi refutado pelo britânico em suas redes sociais, que sempre afirmou não se sentir confortável em negociar um contrato suntuoso enquanto tantas pessoas perdiam empregos por causa da pandemia.

– A mídia continua escrevendo sobre (meu) contrato e sobre exigências, mas ainda nem falei com Toto sobre isso. Não há exigências, e a conversa nem começou. Então, por favor, pare de inventar essa m… – disparou o piloto na época.

Com o novo teto orçamentário imposto aos times da F1, a tendência é que os salários fiquem cada vez menores. No momento, o pagamento dos pilotos não faz parte do limite de gastos de US$ 145 milhões imposto aos times em 2021, mas a tendência é que isso mude no futuro da categoria.

  

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