Com risco de enchentes e deslizamentos, região de Campinas entra em alerta por causa das chuvas

Cemaden e Inmet apontam perigo potencial para tempestades; tempo instável deve continuar até sábado
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) emitiu nesta quinta-feira, 15 de janeiro, um alerta para risco de desastres hidrológicos e geológicos na região de Campinas (SP) em decorrência das fortes chuvas previstas para os próximos dias.
De acordo com o aviso, há risco moderado para enxurradas, alagamentos e extravasamento de córregos, além da possibilidade de deslizamentos pontuais em encostas urbanas, especialmente a partir da tarde.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também classificou a região com alerta amarelo, indicando perigo potencial para tempestades, que podem ocorrer até, pelo menos, esta sexta-feira (16).
Segundo o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri), a quinta-feira será marcada por céu encoberto e chuvas a qualquer momento, com possibilidade de tempestades isoladas no período da tarde. A temperatura máxima deve ficar em torno de 26ºC.
A previsão indica que o tempo instável continuará na sexta (16) e no sábado (17), com possibilidade de chuvas desde o início do dia e maior intensidade no período da tarde. Essas chuvas podem ser acompanhadas de ventos fortes e descargas elétricas, com temperaturas entre 19ºC e 27ºC.
O sistema frontal que causava as instabilidades está se afastando para o oceano, mas a alta nebulosidade permanece sobre a região de São Paulo. Com o aumento da temperatura e a presença de nuvens carregadas, volumes elevados de chuva podem ser registrados em pontos isolados.
Regiões como Campinas, RMSP, Bauru, Botucatu, Presidente Prudente e o extremo norte do estado já registraram chuvas nesta quinta.
A previsão para os dias 16 e 17 também aponta instabilidades em diversas regiões do estado, com temperaturas variando entre 28⁰C e 32⁰C, exceto no litoral norte e na Grande São Paulo, onde as máximas não devem ultrapassar 26⁰C.
A Defesa Civil orienta os moradores das áreas de risco a ficarem atentos a sinais de movimentação de solo e acúmulo de água e a evitarem deslocamentos durante tempestades.
Fonte: CEPAGRI Unicamp
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