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Mensageiros da Alegria: dedicação e carinho com o lar dos idosos

 

Formado há, aproximadamente 10 meses, o grupo de voluntários de Jaguariúna, ‘Mensageiros da Alegria’ deposita amor e esperança aos 46 idosos pertencentes ao Lar São Vicente de Paulo, localizado na cidade de Santo Antonio de Posse.

Por se tratar de um grupo pequeno, a voluntária Elaine Galana explica que as ações se concentram, apenas, no lar dos idosos, com intenção de estender essa ajuda a crianças carentes. “Apesar do envolvimento é difícil conseguir juntar todos sempre e dessa forma, fica complicado realizar ações maiores com poucos voluntários”.

A psicóloga Sonia Maião explica que o papel do voluntário requer algumas habilidades e regras a seguir, com escolhas de onde atuar vindas do coração e que resulte num trabalho mais fácil e bem desenvolvido. “Em se tratando de espaços de idosos é importante que a pessoa seja calma, compreensiva, dinâmica, amorosa, que saiba se colocar no lugar do outro, saiba ouvir sem julgar”, além de saber trabalhar em equipe, de forma ética e integrada, procurando sempre fazer o melhor para todos.

Entre as ações mensais realizadas pelos Mensageiros da Alegria no Lar São Vicente estão: uma festinha todo último sábado do mês para homenagear os aniversariantes, acompanhado de lanches, bolo doado por uma voluntária da cidade e roda de música, onde o grupo dança e interage com os idosos.

Mas para que o evento aconteça o grupo divide as despesas com lanches e presentes. E em se tratando de uma data mais especifica, os voluntários partem para os pedidos de ajuda, que na maioria das vezes, são pouquíssimas.

Segundo a gestora do Lar São Vicente de Paulo, Iolanda Silva Pinto, os benefícios dessa convivência “Eles (os idosos) se sentirem lembrados, amados e criando novos amigos nesta etapa da vida, onde seria normal que as pessoas não gastassem o seu tempo em dedicar-se ao outro” são incontestáveis.

Já a psicóloga Sonia, considera esse, um exercício de cidadania, com a intenção de construir uma sociedade mais justa e solidária, de um mundo melhor para todos nós, hoje e para as futuras gerações. “Um dos maiores benefícios é o sentimento de satisfação plena, em saber que sua contribuição vai ajudar o outro e ao mesmo tempo em que estará aprendendo com ele, sem que ambos precisem ser remunerados”.

No Brasil, é considerado serviço voluntário a atividade não remunerada, prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza, ou a instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive mutualidade, conforme Lei 9.608/98.

A gestora Iolanda observa que depois das visitas, os idosos apresentam mais contentamento, tranquilidade e interação entre si. “Ameniza a insatisfação muitas vezes manifestadas por alguns deles, além de se sentirem acolhidos e lembrados”, e nota que com o passar do tempo, um laço de amizade e confiança mutua é estreitado, de forma coletiva e às vezes, individual, com uma pessoa específica.

Essa iniciativa produz inúmeros ganhos para ambas as partes. Cada um contribui conforme suas possibilidades e o compromisso traz a oportunidade de uma construção mais justa e solidária de confiança mutua, de ampliar conhecimento e fazer novos amigos, conclui Sonia.

Independente dos desafios, os Mensageiros da Alegria contam com um único propósito: de estar presente para ver o sorriso, a gratidão e alegria estampada no rostinho das pessoas. “Seja uma criança, um idoso, um adolescente, não importa, a partir do momento que você se doa, se envolve, você passa a olhar a vida com outros olhos”, conclui a mensageira Elaine.

Mensageiros da Alegria

A voluntária Elaine Galana e seu noivo Emerson Argemiro sempre se envolveram com trabalhos sociais para crianças e idosos. Isso fortaleceu ainda mais a união do casal que passou a realizar as ações juntos. Após conhecerem o Lar São Vicente, e diante de tantas dificuldades “Notamos que a maior carência que existia ali era afetiva e que na verdade, o que mais precisavam era algo tão simples: carinho, atenção, amor”, desabafa Elaine.

No inicio os Mensageiros da Alegria contavam apenas com pessoas da família: Elaine, Emerson e seus pais, e depois com a vinda dos amigos para realizar ações maravilhosas com os idosos. Sobre o nome do grupo “Escolhemos esse nome porque ele remete exatamente o que somos: mensageiros daquilo que temos de melhor, amor, alegria, esperança…”, comenta a idealizadora do grupo Elaine.

Lar São Vicente de Paulo

A instituição existe há 39 anos e conta com uma equipe formada por 30 funcionários, uma médica e psicóloga voluntarias, além de um fisioterapeuta cedido pela prefeitura.

O Lar São Vicente faz o acolhimento de 46 idosos (dois deles passam o dia no local e os outros 44 residentes), com assistência de forma integral, serviços básicos de alimentação, moradia em apartamento coletivo e individual, atendimento médico, psicológico, fisioterápico, além de ações e atividades de entretenimento realizadas por voluntários, em datas comemorativas e especiais.

Para se manter, a instituição conta com a ajuda de grupos organizados que realizam ações solidárias e doações de produtos que chegam até a sede do Lar, além de participarem de eventos em prol da instituição.

Mais informações sobre o trabalho desenvolvido no Lar São Vicente de Paulo ou interesse em ajudar a instituição, ligue para (19) 3896-2503, com Iolanda.

Entre as ações mensais realizadas pelos Mensageiros da Alegria no Lar São Vicente estão: uma festinha todo último sábado do mês para homenagear os aniversariantes, acompanhado de lanches, bolo doado por uma voluntária da cidade e roda de música, onde o grupo dança e interage com os idosos.

Mas para que o evento aconteça o grupo divide as despesas com lanches e presentes. E em se tratando de uma data mais especifica, os voluntários partem para os pedidos de ajuda, que na maioria das vezes, são pouquíssimas.

Segundo a gestora do Lar São Vicente de Paulo, Iolanda Silva Pinto, os benefícios dessa convivência “Eles (os idosos) se sentirem lembrados, amados e criando novos amigos nesta etapa da vida, onde seria normal que as pessoas não gastassem o seu tempo em dedicar-se ao outro” são incontestável.

Já a psicóloga Sonia, considera esse, um exercício de cidadania, com a intenção de construir uma sociedade mais justa e solidária, de um mundo melhor para todos nós, hoje e para as futuras gerações. “Um dos maiores benefícios é o sentimento de satisfação plena, em saber que sua contribuição vai ajudar o outro e ao mesmo tempo em que estará aprendendo com ele, sem que ambos precisem ser remunerados”.

 

Matéria: ASCOM

 

  

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