OR – Allan Castro abre o Simpósio de Desenvolvimento Profissional da UNIFEOB

Serão quatro dias de palestras e workshops de capacitação para docentes e tutores

Investir no aprimoramento dos colaboradores é parte do propósito da UNIFEOB. Todos os anos, antes do grande evento de Volta às Aulas, os colaboradores da instituição participam do Simpósio de Desenvolvimento Profissional de Docentes e Tutores. São quatro dias de palestras, workshops e apresentação de projetos de práticas bem-sucedidas em sala de aula. “Esse é o sétimo ano consecutivo que a gente faz esse evento. É preciso muito treinamento, capacitação e alma para o processo de ensino-aprendizagem”, diz o reitor João Otávio Bastos Junqueira. “É extremamente importante para alinhar, colocar dúvidas, explicitar interrogações. É um momento muito rico para começarmos o semestre”.

A abertura aconteceu na noite de segunda (27), na Sede do Palmeiras UNIFEOB, e compareceram cerca de 170 colaboradores e convidados. “É um aquecimento, a gente traz temas para provocar reflexões. Qual é a função do professor, qual é o nosso propósito? Esse planejamento é muito importante para que todas as estratégias, metodologias e seleção de conteúdo sejam articuladas”, explica o pró-reitor acadêmico Roberto Junqueira.

Allan Castro

A primeira atração foi o poeta e escritor Allan Dias Castro, integrante do Reverb Poesia – grupo musical que mistura música e poemas, com mais de 90 milhões de visualizações no YouTube. Ele é formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) do Rio Grande do Sul e cursou Escrita Criativa na Escola de Escritores de Barcelona. “Estamos em uma eterna evolução, devemos sempre buscar não sermos mais os mesmos de ontem”, declara Allan. “Eu utilizo a poesia como ferramenta, ela quebra barreiras”.

Nos próximos dias, a equipe da UNIFEOB terá uma palestra com a professora de Filosofia, Lúcia Helena Galvão (mais de 85 mil inscritos no YouTube e Facebook), workshops de design thinking, produção de conteúdo audiovisual, entre outros. “A gente usa a arte e a filosofia: a arte toca diretamente no coração e a filosofia traz um processo reflexivo. Quem se permite ser docente tem que amar a sabedoria”, conclui Roberto.

 

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