fbpx

Guaçuano é preso em operação “Luz da Infância” contra pedofilia

Um guaçuano foi detido por investigadores da DIG (Delegacia de Investigação Geral) após a deflagração de uma megaoperação internacional de combate à pedofilia, denominada “Luz da Infância”. Essa ação, que está na sétima edição, foi desencadeada na sexta-feira, 6, em várias cidades do Brasil e em países como América do Sul e do Norte.

O homem detido no Guaçu não teve o nome divulgado. Sabe-se apenas que mora na Zona Sul da cidade, que pagou fiança e responderá em liberdade. Havia informações de que outro suspeito havia sido detido em Itapira, mas essa informação não foi confirmada.

No Brasil, a operação “Luz da Infância” está a cargo do Ministério da Justiça, envolvendo policiais civis em 10 estados. Por enquanto, 27 pessoas já foram detidas, sendo 10 apenas em território paulista. Na microrregião, a “Luz da Infância” ficou sob a responsabilidade da delegada Edna Elvira Salgado Martins, titular da DIG.

Durante todo o dia de hoje, o Portal da Cidade tentou contato com a delegada e com o seccional, José Antônio Carlos de Souza, mas não obteve retorno. A operação “Luz da Infância” foi deflagrada com o objetivo de identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet no Brasil e em quatro outros países.

Além de São Paulo, a operação cumpre 137 mandados de busca e apreensão em outros nove estados, Alagoas, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Há também frentes de ação na Argentina, Panamá, Paraguai e nos EUA. Segundo o ministério, nos EUA há medidas sendo cumpridas nas cidades de Knoxville, Nashville, Dallas, Raleigh e Pittsburgh.

No Brasil, a legislação prevê pena que varia de um a quatro anos para quem armazena esse tipo de conteúdo. O compartilhamento de materiais desse tipo pode resultar em penas de três a seis anos. Além disso, em caso de produção de conteúdo relacionado a crimes de exploração sexual, a pena varia de quatro a oito anos de prisão.

  

Comentários