História de Itapira é tema de trabalho realizado com crianças e adolescentes dos Serviços de Convivência

Foi iniciado nessa semana um ciclo de palestras sobre a História de Itapira para as crianças e adolescentes dos SCFV (Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos)/ NAIs. A explanação está a cargo do coordenador do Museu Histórico e Pedagógico ‘Comendador Virgolino de Oliveira’, Eric Apolinário, que cumprirá uma agenda de visitas nos períodos da manhã e da tarde em todas as unidades.

Nesta semana, as palestras foram para o SCFV Pedacinho do Céu, no Istor Luppi, e SCFV Criança Feliz, no Assad Alcici. Na semana que vem, a agenda segue com o SCFV Balão Mágico na terça, dia 30, SCFV Cristal Amarel e Arco Íris na quinta, dia 2, e SCFV Cantinho da Amizade na sexta, dia 3. As palestras ocorrem sempre às 9h00 e às 14h00.

A explanação resume um pouco da história de Itapira e da criação de seu núcleo urbano, desde o bairro rural Macucos – pertencente à Mogi Mirim – que contava com pequenas propriedades agrícolas de famílias de origem portuguesa que se uniram em um tímido núcleo urbano dando origem a Vila de Nossa Senhora da Penha de Mogi Mirim, que depois se transformou na cidade de Penha do Rio do Peixe e posteriormente em Itapira.  O palestrante aborda a formação da região de Mogi Mirim no século XVIII, as tribos indígenas que viviam na região, as incursões dos Bandeirantes e a formação de pequenas vilas utilizadas como parada para as tropas que seguiam rumo a Minas Gerais.

Ele também menciona a transição da pequena vila para a cidade cafeeira com a chegada de forasteiros e a abertura de grandes fazendas produtoras de café e a escravidão na Penha do Rio do Peixe. Ao final da palestra, Apolinário conta um pouco sobre o assassinato do delegado Joaquim Firmino de Araújo Cunha, conhecido nacionalmente como ‘O Crime da Penha’, e explica como o fato causou tamanho impacto no município, levando os vereadores a trocarem o nome da cidade em 1890, quando passou a se chamar Itapira.

Posteriormente ao cronograma de palestras, as crianças e adolescentes farão visitas ao Museu Histórico e Pedagógico para complementar o aprendizado e aprofundar o assunto em outras questões através das peças disponíveis nas exposições de longa permanência.

  

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