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Sistema que garante tratamento do esgoto da Zona Sul de Mogi Guaçu é ativado

O Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto) ativou nesta terça-feira, dia 29 de março, o sistema coletor de esgoto da margem esquerda do Rio Mogi Guaçu. Iniciada na terceira gestão do prefeito Walter Caveanha (1997-2000), a obra foi concluída este ano, com a interligação das redes coletoras de esgoto dos bairros da zona Sul.

O sistema é interligado à ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) da Avenida Brasil e permitirá tratar todo o esgoto da região, que contribui com 25% da carga de efluentes que chega ao Rio Mogi Guaçu. Para completar a obra, da conclusão do emissário às interligações de redes e a construção da estação elevatória do Jardim Itamaracá, o Samae investiu R$ 2,6 milhões.

Esse montante corresponde à soma de R$ 2 milhões financiados pela Caixa Econômica Federal através do programa “Saneamento para todos” e R$ 600 mil em recursos próprios da autarquia. O sistema foi ativado no final da manhã pelo prefeito Walter Caveanha e o superintendente do Samae, Elias Fernandes de Carvalho, no momento em que acionaram a estação elevatória, que recalca o esgoto até a ETE.

Construído com tubos de ferro, o coletor da margem esquerda tem uma extensão de 2,3 quilômetros, desde onde começa no Jardim Iguatemi, próximo da Ponte da Gutierrez, até a ponte da Avenida Brasil. Depois que o coletor transpõe a ponte, o esgoto cai em duas caixas interligadas ao emissário da margem direita e este à Estação de Tratamento, que hoje utiliza o sistema de lodo ativado para devolver água limpa ao rio.

O complexo está sendo ampliado com a construção de uma caixa de desinfecção ao final, para tornar o processo ainda mais eficiente, além de atender normas da Cetesb para liberação definitiva da ETE. Com a ativação do sistema coletor da margem esquerda, Mogi Guaçu avança significativamente para alcançar, ainda este ano, o índice de 100% de esgoto tratado, além de 100% de redes coletoras.

A meta será atingida com a conclusão da ETE dos Ypês, complexo que deverá funcionar com dois módulos de lodo ativado. O segundo módulo já tem projeto aprovado pelo Governo Federal e só depende da liberação de R$ 1,6 milhão a fundo perdido pelo Ministério das Cidades. Quando concluído, permitirá tratar o esgoto de todos os bairros da zona Norte, que representam uma população de mais de 60 mil habitantes.

Na zona rural, o bairro das Chácaras Alvorada também está recebendo novo sistema que funciona por meio de ozônio. O Distrito de Martinho Prado Júnior já dispõe de tratamento de esgoto.

  

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