Unidade de gestão do Programa Bacias Jaguariúna analisa ações de monitoramento hidrológico, recomposição de matas e restauração

Em 13 de junho, a equipe técnica da Unidade de Gestão do Programa Bacias Jaguariúna, se reuniu na Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), para discutir o monitoramento de bacias hidrográficas e ações de restauração.

A UGP é formada por representantes da Prefeitura Municipal de Jaguariúna, Ambev, The Nature Conservancy, Associação Nacional das Águas (ANA), Associação Mata Ciliar, PCJ Consórcio de Bacias e PCJ Agência de Bacias e Embrapa Meio Ambiente. A Jaguatibaia Associação de Proteção Ambiental passou a ser também parceira do programa.

Visa desenvolver e acompanhar a execução de projetos para recuperação de mananciais de Jaguariúna, restaurando matas ciliares e implantando práticas de conservação do solo e manutenção de estradas rurais.

Conforme Henrique Bracale, do The Nature Conservancy, pretende-se estabelecer um modelo que possa ser replicado para outros municípios da Bacia do Rio Jaguari já que a atuação do Programa se restringe à área desta bacia, a montante do ponto de captação da Ambev, dentro dos limites do município”.

De acordo com Maria Lucia Zuccari, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente e uma das representantes na UGP, “o Programa continua sua ampliação abrangendo novas propriedades rurais na sua área de ação de maneira que também o seu resultado seja ainda maior em termos de conservação dos recursos hídricos no município. Inicia-se uma nova etapa do trabalho para a inclusão de outra microbacia no programa – Camanducaia, para a implementação das mesmas ações, de reflorestamento e conservação do solo; como também de saneamento rural para todas as áreas. Encontra-se também em planejamento a implementação de novos pontos para monitoramento de águas em cursos d’água no âmbito do Programa”.

“Na microbacia do rio Camanducaia, continua Maria Lucia, o Programa obteve sucesso na adesão dos proprietários rurais, 21 deles já aceitaram a participação. No último dia 7, um projeto foi enviado aos comitês PCJ solicitando recursos para a elaboração do Projeto Integral da Propriedade (PIP) dessas propriedades, condição necessária para que se possa pleitear recurso para as ações de restauração”.

  

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