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Casos de Dengue no Brasil apresentam queda antecipada

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, apresentou nesta quinta-feira, dia 30 de junho, as prioridades de sua gestão na reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) – instância colegiada de pactuação entre os gestores das três esferas de governo. Barros também fez um balanço sobre as ações já iniciadas após pouco mais de um mês de sua gestão, como visitas a unidades de referência em todo o país buscando boas práticas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante a reunião, o ministro explicou que a sua prioridade é fazer mais e melhor com os recursos já disponíveis, aprimorando a gestão para otimizar o orçamento. “Sei que o governo tem um limite de orçamento para gastar. Por isso, não vou ficar lamentando. A saúde é fundamental, por isso vamos fazer o melhor e entregar os serviços que podemos entregar. Esse ministro vai usar bem os recursos que temos à disposição”, afirmou.

Desde que assumiu, Ricardo Barros tem buscado melhorar a gestão e o financiamento da saúde. Conseguiu junto à área econômica do governo a recomposição de R$ 5,6 bilhões do orçamento que havia sido contingenciado. Com isso, o ministro assegurou aos gestores que integram a CIT que todos os compromissos assumidos neste ano, pelo Ministério da Saúde, serão cumpridos.

Uma das principais prioridades do Ministro da Saúde é aperfeiçoar os sistemas de informação do SUS para oferecer subsídios à correta aplicação dos recursos públicos e planejamento de prioridades. Assim, para qualificar a gestão, Barros fez um apelo aos gestores quanto a necessidade de informatização de seus sistemas. “A informação e a transparência são inimigas da fraude. Quando informatizarem todos os seus procedimentos, será possível entender onde está o problema e o que precisa ser feito para evitar o desperdício”, assegurou. Além disso, o ministro também destacou a importância de que os gestores cobrem dos profissionais de saúde o cumprimento de horários.

O ministro também citou como prioritários temas como judicialização da saúde, fiscalização de programas para combater o desperdício, o fortalecimento dos brasileiros no Mais Médicos, ampliação do complexo industrial da saúde, as ações desenvolvidas para os jogos olímpicos e paraolímpicos, a prevenção às doenças e a manutenção e ampliação da mobilização de combate ao mosquito Aedes aegypti.

Matéria: Amanda Costa / Agência Saúde

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