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Centenas de nogueirenses participam da Marcha Contra o Abuso de Crianças e Adolescentes

Centenas de nogueirenses, entre alunos de escolas municipais e estaduais, alunos de entidades filantrópicas, representantes de entidades e populares, participaram da 5ª Marcha Contra o Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O evento ocorreu na última quarta-feira, dia 18 de maio, para marcar o dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A Marcha teve concentração e saída em frente à Escola Estadual Prefeito Severino Tagliari, no Parque dos Trabalhadores, percorrendo a Avenida XV de Novembro até a chegada próximo ao CREAS (Centro de Referência Especializado em Assistência Social). Durante o percurso os participantes usaram a camiseta da campanha, cantaram e gritaram palavras de ordem e “gritos de guerra” que lembravam o tema da campanha, sempre incentivados pela locutora voluntária Alice Paulino.

De acordo com a secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social Sonia Pandolfo Caetano, a ação foi importante para conscientizar e orientar a população com relação ao tema da campanha. “Este movimento que nós realizamos pelo quinto ano consecutivo é importante para despertar e conscientizar a população para que denunciem qualquer suspeita de abuso ou violência contra crianças e adolescentes. No entanto, nós realizamos um trabalho de orientação e conscientização durante o ano todo através do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS) e também fazemos o atendimento psicossocial às vítimas de abusos”, ressaltou.

Sonia também ressaltou que as pessoas podem denunciar anonimamente ou não, através do disque 100 ou pelo telefone 3977-4402. No encerramento da Marcha houve uma apresentação de golpes e técnicas de Karatê com alunos da Casa do Caminho, orientados pelo professor Jean. Os participantes também cantaram um louvor a Deus para encerrar a atividade.

Campanha Nacional
O Dia 18 de maio foi instituído pela Lei 9970/01 como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Criança e Adolescentes em homenagem a menina Aracéli. Nesta data, em 1973, a menina Araceli Cresno de apenas 9 anos foi levar um envelope para um grupo de rapazes a pedido da mãe e ao chegar no local marcado foi espancada, estuprada e morta. O crime chocou toda a população brasileira e o caso ficou celebre com a publicação do livro “Aracéli meu amor”, do jornalista José Louzeiro.

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