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Pedreira conscientiza população a combater o Aedes aegypti

O trabalho de combate ao mosquito aedes aegypti tem de ser feito continuamente. Não importa mais a estação ou o mês do ano. A melhor forma de se prevenir a Dengue, o Zika Virus  e a Chikungunya é combatendo o mosquito. O trabalho dos agentes de vigilância em saúde não para, acontece o ano inteiro, mas eles sozinhos não podem vencer essa luta, precisam da ajuda da população e das medidas paralelas adotadas pela Administração Municipal como: a conscientização nas Escolas, através das peças teatrais temáticas; das palestras ministradas pelo Jovens do Projeto Cidadania, dos Projetos Cata-Bagulho, Coleta Seletiva, Retirada dos Materiais de Construção etc.

Essa mobilização social e as ações contínuas de prevenção têm sido as principais armas no combate à Dengue, Zika e Chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti.

O trabalho diário feito pelo Comitê Intersetorial de Combate à Dengue, formado  pelas Equipes das Secretarias de Saúde, Educação, Planejamento, Serviços Urbanos, Promoção Social, Segurança e Cidadania, Obras e Vias Públicas e Setor de Comunicação, já mostraram resultados eficientes nos primeiros meses de 2016.

A mobilização implementada pelo Poder Público junto com a sociedade é a chave para se alcançar os objetivos. Com a ajuda de servidores públicos  e a integração da Comunidade, ficam mais forte os trabalhos de combate.  A apresentação de peças teatrais debatendo as implicações do mosquitinho que pode matar, tem uma penetração muito eficiente junto aos crianças, as quais retransmitem essas informações aos pais.

O prefeito Carlos Pollo lembra que “com criatividade e trabalhando na base, certamente se formará uma nova geração, com espírito de solidariedade. Essas crianças passam a ter uma ação proativa e ajudam a disseminar  medidas que vão influenciar a ter menos criadouros dos mosquitos da dengue. Há de se unir por um bem-comum e a escola é o meio mais fácil de levar conhecimento aos pais, porque eles ouvem os filhos”, salientou o prefeito Pollo.

Diariamente,  há a Coleta Seletiva, que retira toneladas de materiais que poderiam servir como potenciais pontos para o surgimento de larvas do aedes aegypti. Ao mesmo tempo, desenvolve-se o Cata-Bagulho, com a remoção de utensilios volumosos, como: sofás, ármarios, guarda-roupas, mesas, fogão etc –  ou a retirada de materiais de construção (até cinco sacos de sobras, das pequenas obras ou reformas ou mesmo levá-los até a caçamba na Secretaria do Meio Ambiente, no Centro de Eventos Monsenhor Nilo Romano Corsi)  – que também podem ser formadores de espaços para o aparecimento e expansão do mosquito da dengue”, alerta o prefeito Professor Carlos.

Por outro lado, não se pode esquecer das atividades lúdicas, que têm grande potencial de gerar conhecimentos entre as crianças. “Tem de se discutir o tema com os alunos e desenvolver ações que vão além das salas de aula. Isso tem sido possível através das palestras ministradas pelos Jovens do Projeto Cidadania. Uma interação entre escola e comunidade, passando a importância da prevenção contra as doenças transmitidas pelo mosquito. O que se busca é a erradicação do mosquito aedes aegypti, por isso, é fundamental envolver os estudantes nessa temática que tem mexido com todos. Quando se dá a oportunidade, eles as aproveita e oferecem seus conhecimentos ao público e essa informação se torna mais eficaz e chega mais rápido ao destino, que é a população. Além disso, eles se sentem mais participativos. A absorção das palestras tem sido rápida, tanto é que muitas vezes chamam a atenção da família.  Uma medida que  forma agentes multiplicadores capazes de difundir efetivas práticas de prevenção”, ressaltou o prefeito Carlos Pollo.

Além disso, há ainda o trabalho de conscientização porta a porta, com a distribuição de folhetos, verificação das áreas externas, num trabalho conjunto dos Jovens do Cidadania e dos agentes de Saúde. Agora, a Administração adquiriu um drone, que vai permitir que se verifique os terrenos e as residências que estejam vazios, mas que por um ou outro motivo impedem a entrada dos agentes para verfificação in loco da existência de criadouros do mosquito.

Matéria: Sidenei Defendi

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