Região de Campinas registra casos de mpox em 2026 sem óbitos e com pacientes recuperados
Paulínia confirma primeiro caso no ano e cidades da região somam cinco registros com evolução favorável
A Secretaria Estadual de Saúde confirmou, nesta semana, o primeiro caso de mpox em Paulínia em 2026. O paciente cumpriu o período de isolamento, recebeu tratamento adequado e está totalmente recuperado, sem risco de transmissão.
O registro ocorre em um cenário de monitoramento constante da doença no Estado de São Paulo, que contabiliza 63 casos neste ano. Apesar dos diagnósticos, não há registro de mortes relacionadas à enfermidade até o momento.
Na região de Campinas, foram confirmados cinco casos até fevereiro de 2026, distribuídos entre os municípios de Campinas, Hortolândia, Paulínia, Sumaré e Várzea Paulista. Segundo as autoridades sanitárias, todos os pacientes apresentaram evolução clínica satisfatória e já estão recuperados.
Em Americana, dois casos foram registrados em janeiro, envolvendo homens de 35 e 43 anos, ambos com boa recuperação e sem necessidade de internação. Em Sumaré, o caso confirmado foi de um homem de 37 anos, que apresentou os primeiros sintomas no início do ano e recebeu atendimento médico, evoluindo positivamente.
Já em Hortolândia, o paciente diagnosticado, de 25 anos, teve a confirmação da doença em fevereiro e também apresentou recuperação sem complicações.
De acordo com os órgãos de saúde, todos os casos registrados na região estão encerrados e não há indicação de transmissão ativa no momento. As autoridades reforçam a importância da vigilância e da busca por atendimento médico em caso de sintomas, como forma de garantir o controle da doença.
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