Vereador Mogimiriano é acusado de “rachadinha”

Nesta quarta feira, 22, o futuro do vereador Samuel Nogueira Cavalcante será decidido pela Câmara Municipal de Mogi Mirim, em sessão extraordinária para analisar o pedido dentro do processo de cassação contra o parlamentar.

O nobre edil é acusado de cobrar a devolução de parte dos salários pagos a seu ex-assessor parlamentar, a famosa “rachadinha”. Os vereadores Maria Helena Scudeler de Barros, Orivaldo Aparecido Magalhães e Jorge Setoguchi formam a comissão processante.

A sessão necessitará de pelo menos dois terços da presença dos vereadores, ou seja, 12 representantes, número necessário de votos para cassar o mandato do vereador.

O ex assessor Emanuel Alex Lucena da Silva prestou serviços informais a Samuel época em que o vereador era assessorado pelo pastor Adauto Donizete, além de acusar o edil de apresentar atestados médicos falsos para ausentar das sessões.

A Câmara recebeu a denúncia em novembro de 2019, a denúncia é assinada por Adauto que relata ter devolvido parte de seu salário pago pelo Legislativo ao vereador. Tal relato passou pela Comissão de Ética, sendo posteriormente repassada a Comissão Processante, que acabou por suspender os trabalhos do mesmo após decisão judicial. O Ministério Público  abriu inquérito civil para apurar os fatos.

  

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