Centro de Educação Infantil é mantido como Edificação Pública Modelo no município

Inaugurado em março de 2017, o Centro de Educação Infantil “Profª. Vilma de Toledo Barros Munhoz”, no Parque Felicidade II, é um exemplo de prédio público ecologicamente correto, seguindo estratégias de edificação em modelos sustentáveis com um ganho ambiental significativo e também adotando práticas de respeito ao meio ambiente.

Na administração pública poucas foram às edificações projetadas de maneira sustentável. Porém, mesmo em um prédio já construído, é possível adotar medidas que visem a eficiência dos recursos naturais. “Podemos citar como exemplos o incentivo ao uso de materiais de construção com certificado de origem que atestem a produção através de uma cadeia ‘limpa’ na fase de construção, a adoção de um sistema de reaproveitamento e reuso das águas e a adoção de um sistema de iluminação eficiente”, explica o biólogo da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Anderson Martelli.

Atendendo uma das solicitações do Projeto Município Verde Azul, do Governoo do Estado de São Paulo, Itapira apresenta a CEI “Profa. Vilma de Toledo Barroz Munhoz” como Edificação Pública Sustentável por contemplar os seguintes itens: 1) Área permeável cercando a edificação: favorece a infiltração de agua e abastecimento do lençol freático; 2) Iluminação natural nas paredes laterais, lâmpadas econômicas e ventilação cruzada: eficiência energética; 3) Torneiras com válvulas automáticas e redutores de pressão: economia de recursos naturais economia de agua; 4) Vasos de flores construídos com materiais passiveis de reciclagem: reutilização de pneus; 5) Coleta seletiva: favorecimento de recursos naturais (por se tratar de um prédio público, se enquadra no Decreto 033/2007 que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração publica e sua destinação à Ascorsi); 6) Mobilidade Urbana local: composto por estruturas para o deslocamento de alunos e professores, assim como, portadores de deficiência; 7) Reutilização da água da chuva: prédio foi contemplado como uma cisterna para receber agua da chuva e sua utilização, reduzindo o uso de recursos naturais; e 8) Arborização interna favorecendo microclima local.

“Trata-se de um projeto de construção sustentável que procura a eficiência energética tanto em sua construção como em sua manutenção, aproveitando estruturas existentes no local. Utiliza-se de materiais com certificado ecológico e o uso racional da água e energia, reduzindo consideravelmente a degradação do meio ambiente”, finalizou Martelli.

  

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