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De quem é a moto?

Segundo o Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Polícia de Jaguariúna, a vítima conta que comprou uma moto em uma loja e combinou que o documento ficaria pronto em trinta dias, portanto, pagou R$7.000,00 a vista no momento da negociação. No mesmo dia, retirou a moto.

Após 30 dias, procurou a parte que vendeu a moto que disse estar com outra pessoa, mas que era para ficar tranquilo. No entanto, quatro dias depois quando a vítima retornou, encontrou a mesma fachada sem ninguém e sem veículos na loja.

Ainda, a proprietária da moto foi até a casa da vítima e disse que a moto era dela, que tinha deixado com a pessoa da tal loja como contrato consignado. Como a moto está em suas mãos, ela disse querer R$9.600,00 pela moto.

Sem acordo, a proprietária disse para a vítima que iria quitar a moto e dar queixa de roubo. Na delegacia, ao verificar a placa, a moto está em nome dela.

  

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