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Municípios criam comissão para avaliar viabilidade da retomada das aulas presenciais

Os Prefeitos de Mogi Mirim, Mogi Guaçu e Itapira – acompanhados de equipes técnicas das secretarias de Educação e Saúde – se reuniram na noite do último domingo (17) para discutir ações conjuntas voltadas à preparação da estrutura de ensino municipal para a retomada das atividades escolares presenciais, ainda sem data definida.

Um comitê técnico formado por membros das secretarias de Educação, Saúde e Assistência Social irá avaliar a realidade de cada unidade escolar das três cidades para identificar prioridades e traçar planos de ação que assegurem que todas tenham o mesmo padrão de proteção e adequação às normas sanitárias. As prefeituras entendem que o vírus não respeita fronteiras e que o melhor para todos os municípios é iniciar uma força-tarefa integrada de preparação para a retomada segura das aulas.

Todas as secretarias envolvidas já começaram a se preparar para o retorno com treinamentos, adequação pedagógica, compra de equipamentos de segurança e higienização, organização das unidades escolares com distanciamento entre as carteiras, dentre outras ações. Uma das mais importantes, do ponto de vista pedagógico, é a preparação emocional dos professores e funcionários, com apoio psicológico e treinamento específico para que possam prestar o atendimento necessário aos estudantes em face dos desafios impostos por esse novo cenário.

Em 10 dias, as prefeituras deverão se reunir novamente para avaliar todo o trabalho de adequação das unidades para o retorno seguro, seguindo as diretrizes do Plano São Paulo. A primeira reunião do comitê técnico intermunicipal vai acontecer na próxima sexta-feira, 22 de janeiro, às 14h.

Em Mogi Mirim, 12.000 alunos são atendidos nos CEMPIs (Centro Educacional Municipal de Primeira Infância) e nas EMEBs (Escola Municipal de Educação Básica). Em Mogi Guaçu são aproximadamente 18.000 e, em Itapira, outros 6.000.

Particulares
Para retomada das aulas na rede particular, o comitê levará em consideração a estrutura de cada escola e o cumprimento das normas sanitárias vigentes com vistas a garantir a proteção e segurança de alunos, familiares e profissionais de ensino. Não há definição, todavia, neste momento e a exemplo das escolas municipais, sobre data para a retomada das aulas presenciais nestas instituições.

 

  

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