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Oficina em Amparo debate Patrimônio Histórico e Cultural

A Secretaria de Cultura e Turismo de Itapira participou na última quarta-feira, dia 28 de junho, da 1ª Oficina de Patrimônio Histórico do Circuito das Águas, realizada pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo através do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico). O evento foi sediado em Amparo (SP) e Itapira participou a convite do Consórcio do Circuito das Águas.

O diretor de Cultura, Ricardo Pecego, a responsável pelo Turismo, Wanella Bitencourt, e o coordenador do Museu Histórico e Pedagógico ‘Comendador Virgolino de Oliveira’, Eric Apolinário, participaram das duas etapas da oficina: a primeira voltada para técnicos e a segunda para gestores públicos.

A equipe da UPPH (Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico) do Condephaat, Elisabete Mitiko Watanabe (Diretora do Grupo de Estudos de Inventários – GEI), Carlos Camilo Mourão Júnior (Diretor do Centro de Estudos de Inventários e Tombamento – CEIT/GEI) e José Antônio Chinelato Zagato (Técnico do GEI/UPPH), palestraram sobre os critérios para se atribuir valor a um patrimônio físico ou imaterial e como fazer com que essa valorização seja transmitida para todas as gerações através do compartilhamento de memórias e do trabalho de educação patrimonial. “Patrimônio é tudo aquilo que possui valor cultural e de referência para algum grupo”, explicou Zagato. “É um modo de contar histórias através da materialidade, do que é concreto”, completou Watanabe.

Eles também detalharam o trabalho do Condephaat relacionado aos processos legais de preservação, como tombamentos, inventários e registros e de que modo a sociedade deve ser envolvida nas decisões e, principalmente, na valorização daquele bem como parte de sua história. “Patrimônio contemplado não é patrimônio vivo. Patrimônio vivo é patrimônio usado”, afirmou Mourão Júnior.

A segunda etapa da oficina, que contou com a presença do Secretário Adjunto da Cultura do Estado de São Paulo, Romildo Campello, foi voltada para gestores municipais e os mesmos palestrantes focaram a explanação nas técnicas de atuação dos municípios e apresentaram modelos de ações de preservação. “O conhecimento adquirido nessa oficina vem de encontro ao projeto de preservação e valorização do patrimônio material e imaterial que será implantado no município em parceria com a UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo). As palestras também foram importantíssimas para esclarecer algumas dúvidas e apresentar ideias de ações”, disse o diretor de Cultura itapirense Ricardo Pecego.

Matéria: ASCOM

  

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