Confirmados dois casos positivos de H1N1

Relatório emitido pela Vigilância Epidemiológica nesta quarta-feira, dia 27, registra dois casos positivos de gripe por H1N1 notificados este ano e confirmados pelo Instituto Adolfo Lutz. Um dos pacientes morreu.

O paciente que faleceu tinha 66 anos e morava na cidade de Estiva Gerbi. O caso foi notificado como suspeita de H1N1 no dia 25 de maio pelo Hospital Municipal “Dr. Tabajara Ramos”, onde estava internado na UTI.

O segundo paciente com laudo positivo para H1N1 é de uma moradora de Mogi Guaçu de 34 anos que fora internada durante a gestação na Santa Casa. Ela já deu à luz e recebeu alta. Mãe e criança estão bem.

Os dois casos constam de uma lista de 26 notificações. A faixa etária dos pacientes varia de um mês a 81 anos. São 18 de Mogi Guaçu, três de Mogi Mirim, dois de Estiva Gerbi e um de Campinas.

Excluídos os casos positivos, 18 já receberam laudo negativo para H1N1 e seis aguardam o resultado dos exames. Desse contingente, 19 já tiveram alta e uma paciente de 50 anos consta como internada na Santa Casa.

O relatório registra outros quatro óbitos dentre as 26 notificações, mas três estão entre os pacientes com diagnóstico negativo para H1N1 e o quarto, uma mulher de 58 anos, ainda não tem o resultado do exame.

Os três pacientes eram uma mulher de 60 anos que estava internada na Santa Casa, um homem de 61 anos e uma idosa de 81 anos, atendidos no Hospital São Francisco. O quarto óbito ocorreu no mesmo hospital.

CAUSA

Na Declaração de Óbito do paciente com diagnóstico de soropositivo de H1N1 consta que seu quadro clínico apresentava septicemia (infecção generalizada) e pneumonia.

Agora, com o resultado do exame, a confirmação de que era portador de H1N1 será incluída no atestado, mas somente o médico poderá avaliar se a gripe por H1N1 foi causa da morte ou um complicador.

O H1N1, como o H3N2, são subtipos do vírus da gripe Influenza do tipo A. O outro tipo é o Influenza B. No Brasil circula também o tipo C, que causa apenas infecções respiratórias brandas e não impacta a Saúde Pública.

PREVENÇÃO

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Mogi Guaçu, Rosa Maria Pinto, explica que, em relação aos casos suspeitos, todas as providências são tomadas quando da notificação.

O procedimento verifica se entre as pessoas que convivem com o paciente há alguém dos grupos de risco, que são os grupos prioritários das campanhas de vacinação. O tratamento ocorre na internação.

  

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